Destino – Jalapão – TO

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O Jalapão possui uma paisagem cinematográfica, repleta de cachoeiras, riachos e lagoas, tudo isto pontuado por dunas de areia fina e avermelhada, no meio da vegetação do cerrado. É, sem dúvida, um cenário perfeito para o turismo de aventura e para desportos como rafting, canoagem e práticas verticais.

É um lugar ao mesmo tempo atraente e rústico, pronto para ser conquistado. O seu nome nasceu de um hábito muito comum na região. Jalapa-do-brasil é uma planta nativa utilizada para curar males do estômago. Como tem um sabor amargo, os habitantes costumam ingeri-la com um pedaço de pão. Daí a justaposição: jalapa-pão.

De qualquer forma, Jalapão impressiona pela grandeza: ocupa cerca de 20% do território do Estado de Tocantins. Chapadões de arenito, que alcançam mil metros de altura, dominam a paisagem. Aqui, dizem, o mar virou sertão.

Apesar de ostentar o título de deserto, a fauna movimenta-se no local: lobo-guará, veado-campeiro, ema, tamanduá-bandeira, onça-pintada e outras espécies da região embrenham-se na vegetação típica do cerrado para fugir do sol inclemente, que acentua o clima seco, com temperaturas sempre em torno dos 30ºC. A maior surpresa de quem se aventura aqui é constatar a abundância de rios perenes, com águas transparentes e ainda puras.

Parque Estadual do Jalapão

O Parque Estadual do Jalapão foi criado em 12 de janeiro de 2001, abrange uma área de quase 150 mil hectares, sendo o maior parque estadual do estado de Tocantins. A vegetação é predominantemente de cerrado ralo e campo limpo com veredas.

Sua posição estratégica possui continuidade com a Área de ProteçãoAmbiental (APA) do Jalapão, Estação Ecológica da Serra Geral e Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba.

A região é considerada uma das maiores atrações turísticas do estado do Tocantins.

Uma característica da região é a produção de artesanato de capim dourado e seda de buriti, que se tornou principal fonte de renda para as comunidades locais e tem sido alvo de estudos e ações para garantir seu uso sustentável, ecológica e economicamente.

O Jalapão abrange os municípios de Ponte Alta do Tocantins, Mateiros, São Felix do Jalapão, Novo Acordo , Santa Tereza do Tocantins e Lagoa do Tocantins, ocupando uma área equivalente ao estado de Sergipe e que passou a condição de parque estadual a partir de 2001.

Os rios Sono, Soninho, Novo, Balsas, Preto e Caracol banham a paisagem árida e rasteira, que varia do cerrado baixo à campina. Matas de galeria surgem próximas de rios, cachoeiras, lagoas, dunas de areia, serras e chapadões de até 800 m de altura. A jalapa-do-brasil, que deu nome ao Jalapão, pode ser encontrada em toda parte.

Lá se encontra a comunidade dos Mumbucas – ex-escravos fugidos da Bahia. Não deixe de fazer as compras das lembrancinhas pros amigos por lá.

O que fazer em Jalapão – TO

O que não faltam são pontos ecoturísticos no Jalapão – cachoeiras, rios, serras, dunas, matas, lagoas, nascentes, veredas, paisagens, flores dos mais diversos tamanhos, flora e fauna do cerrado e matas pré-amazônicas.

A questão é que estão espalhadas por grandes extensões, interligadas por estradas de terra que cruzam vários córregos a vau, outro tanto em pontes feitas de troncos de aroeira. Cada município tem sua lista de atrações, umas mais ou menos conhecidas ou espetaculares. Neste roteiro você chega pelo sul, via Natividade e Pindorama, e entra pelo portal de Ponte Alta. Seguindo pela estrada para Mateiros, estão ramais para as cachoeiras do Lajeado e da Velha. O rio Novo é um ecoponto em si: no trecho entre a cachoeira da Velha e a ponte da estrada Ponte Alta-Mateiros está um percurso de rafting com dois pousos no meio e muita corredeira entre pedras. Depois vêm as dunas – enormes morros formados de areia da Serra do Espírito Santo.

Em Mateiros é outra rodada de ecopontos: à parte as trilhas pelos morros, a cerca de 45 km na estrada que vai para São Félix do Tocantins há o rio Formiga, com uma cachoeira de água cristalina que forma um poço azul-esverdeado dentro da mata, 1,5 km após nascer, numa vereda, de onde aflora de uma vez. Alí perto está o Fervedouro, que é um espetacular afloramento de grande quantidade de água, por um buraco cheio de areia, por onde não se consegue afundar.

CACHOEIRAS

Cachoeira Brejo da Cama

Situada a 47 km de Ponte Alta, é uma pequena cachoeira, com cerca de 10m de altura. Faz parte do roteiro de cachoeiras do município de Ponte Alta, que começa a despertar para o potencial turístico.

Cachoeira da Talha do Brejo do Boi

Duas cachoeiras paralelas que descem pelos paredões de pedra formando o mesmo rio. Possui 38m de altura. Acesso pela estrada para Rio da Conceição, 63 km.

Cachoeira da Formiga

Famosa pela beleza da cachoeira vindo de dentro da mata até cair num poço azul-esverdeado, com águas borbulhantes e cristalinas muito claro, o fundo de areia branca, com peixinhos e milhões de bolinhas de ar na espuma. O som é ouvido de longe. O rio Formiga tem sua nascente ali perto, a 1,5 km acima da cachoeira, num poço na mata onde as águas vertem à semelhança de num “fervedouro”. Esta nos limites do Parque Estadual do Jalapao com a APA Estadual. As terras são ocupadas em sua volta por José Simeão de Freitas, irmão do prefeito de Mateiros, Martins de Freitas. A formosa cachoeira pode ser alcançada, a partir de Mateiros, pela estrada de terra para São Félix do Tocantins, entrando-se no quilômetro 45. Entra-se por uma estradinha à direita, por mais 5,8km até chegar no entroncamento, dobrando-se à direita por mais mais 1,2 km. Paga-se R$ 2,00 por pessoa, podendo pernoitar, mas há pouca infraestrutura para suportar a presença dos visitantes. Há latas de coleta de lixo e placas da prefeitura. A presença de moradores da região nos fins de semana e feriados é grande. A entrada de veículos pelas veredas até as proximidades da cachoeira provoca ameaças. A mata ciliar que sobrou é rala e frágil. Árvores estão caindo, entrelançando-se sobre o poço da cachoeira. É preciso haver um plano de manejo e controle por parte dos órgãos ambientais. Deve ser protegida como monumento natural, além de estar entre duas unidades de conservação estaduais.

Cascata do Prata

Pequena queda d’água em local selvagem. Oferece corredeiras. Acesso pelo povoado do Prata, em São Félix, 277 km. Somente de 4×4.

Cascata do Rio Formiga

Para quem curte um banho em águas azuis transparentes, uma dica imperdível é visitar a Cachoeira do Rio Formiga. O local é emoldurado por árvores altas e frondosas, formando trampolins naturais. Conta também com uma pequena queda. Oferece estrutura de camping. Acesso pela estrada São Félix do Jalapão, 195 km.

Cachoeira da Fumaça

Das mais famosas, pelo efeito evaporação que provoca e pelo volume de água, já que é formada pelo enorme rio das Balsas. São 45 m de queda livre, com grande estrondo, soltando enormes nuvens de vapor. Está situada a aproximadamente 75km de Ponte Alta, constituindo outro ponto de ecoturismo catalogado pelo município chamado de “portal do Jalapão”. Acesso pela estrada para Rio da Conceição, 20 minutos de caminhada.

Cachoeira do Lajeado

Localizada em área de frágil equilíbrio ecológico, entre a APA do Jalapão e o parque estadual, esta cachoeira é formada por dois braços de nascentes de águas que afloram de veredas, que logo ganham força e despencam por vários degraus, formando a cachoeira. Paredões de rocha argilosa, que vai se desagregando. O acesso é pela rodovia TO-255, estrada para Mateiros, a 40 km de Ponte Alta. Não se pode entrar com veículos no campo arenoso e úmido, pois as marcas viram sulcos onde o solo compactado dá lugar a corredeiras na época da chuva e a erosão. O caminho aberto vira areia solta. No verão, durante as chuvas, pode-se ficar atolado no meio do campo úmido e arenoso. Melhor andar a pé uns 2,5 km, a partir da estrada.

Cachoeira do Resfriado

Trata-se de uma série de pequenas cachoeiras no córrego Resfriado, nas proximidades da cidade de Ponte Alta. O córrego não é poluído, segundo os moradores. A cidade usa o sistema de fossas para esgoto. O correto, para preservar o Jalapão, é a existência de estações de tratamento do esgoto coletado pela tubulação vindo das casas.

Cachoeiras do Rio Soninho

Situa-se a cerca de 70 km de Ponte Alta, constituindo-se em outro atrativo do município. O difícil é atravessar o rio Soninho – que naturalmente cai no rio do Sono – na época nas chuvas. A cachoeira tem uns 20 m de altura, sendo procurada pelos moradores da região no período da seca. Acesso pela estrada para Rio da Conceição, 66 km.

Cachoeira – São Vicente

Não passa de uma pequena queda dágua, com um poço borbulhante logo abaixo da cachoeira da Formiga, na propriedade do sr. Vicente Silva. É permitido acampar, mas nao possui nenhuma estrutura. Para chegar, deve-se seguir o mesmo percurso da cachoeira da Formiga, entrando-se è esquerda por mais uns 500m. Tem desmatamento por perto, exige um plano de manejo, está dentro de unidade de conservação, em áreas que provavelmente aguardam indenizações.

Cachoeira – Sussuapara

Um rego dágua que cortou a rocha, formando estreitos cânions úmidos, só iluminados diretamente por volta do meio-dia – isto é Sussuapara, nome também atribuido a um tipo de veado já quase não visto por aquelas bandas. Fica a 14 km de Ponte Alta, saída para Mateiros, logo abaixo de uma pequena ponte. Há uma trilha à direita, por uns 10m, que leva ao cânion, por onde a água escorre entre os paredões cobertos por musgos e vegetação que gosta de muita água e sombra. São nascentes do rio Sussuapara, um pouco acima da ponte, na estrada para o interior do Jalapão. O processo de assoareamento é visível, talvez pela estrada, certamente pela compactação do solo num estacionamento improvisado do outro lado da estrada.

Cachoeira da Velha

Deveria chamar-se “Cataratas do Rio Novo”, ou “Quedas do Jalapão”, pois é a maior do Jalapão, faz um barulhão e não há quem não queira ver as cataratas em forma de ferradura. Mas é conhecida como Cachoeira da Velha. Fica entre o parque ecológico e a APA do Jalapão, em zona de frágil equilíbrio, onde as praias abaixo da cachoeira foram usadas sem critérios. Agora está sob responsabilidade de uma empresa privada, a Pousada do Jalapão, que arrendou por 10 anos do governo a área, pagando 1,5% do lucro ao estado do Tocantins. Tem iluminação e estrada calçada com pedras pontiagudas que costumam furar pneus. Chega-se pela rodovia TO-255, estrada para Mateiros, pegando o primeiro acesso à esquerda, a 70 km de Ponte Alta. Rodam-se 21 km de estrada cascalhenta até a Pousada do Jalapão e mais 9km até a prainha. Mais uma trilha de aproximadamente 1 km 200m e se está à beira da estrondosa cachoeira da Velha. O nome viria ou de uma velha senhora que morava na área ou devido ao uma estória de assombração, em que aparecia uma velha no meio da queda d’água.

CAVERNAS

Gruta de Suçuapara – Cânion com cachoeira de, aproximadamente, 15m de altura e 60 m de comprimento. Dentro dessa grande fenda, plantas e musgos fixados às rochas fazem um espetáculo à parte formando um cenário verde e úmido. Lá, também é possível apreciar uma pequena queda d´água que percorre seu curso através do cascalho e das pedras.

A alta umidade do cânion torna-o refrigerado, perfeito como esconderijo das altas temperaturas do Jalapão. Para descer à gruta, a paciência, o equilíbrio e o uso de calçados adequados são ingredientes fundamentais. Fica na altura do km 15 – estrada para Mateiros.

DUNAS

Dunas – As grandes e alaranjadas dunas do Jalapão são características marcantes para quem visita esse lugar. Elas podem chegar até 40m de altura e a paisagem é fascinante, sem exageros. Durante o pôr-do-sol, observa-se a mudança de cores, formando um cenário inigualável.

São formações espetaculares de dunas de areia, pela decomposição do arenito que forma a serra do Espírito Santo, no município de Mateiros, estado do Tocantins. O caminho para as famosas dunas do Jalapão começa na estrada de terra TO-255, a aproximadamente 116 km de Ponte Alta, à esquerda numa estrada arenosa de quase 6 km. Os carros de passeio enfrentam trechos mais difíceis, com perigo de atolar na areia, principalmente nas curvas. Com alguma dificuldade chega-se a Lagoa das Dunas.

Os carros 4×4 tem maior facilidade, podendo chegar até próximo ao córrego que nasce da lagoa. O tráfego de automóveis nas dunas foi proibido pela Naturatins. O ideal, para preservar, seria fechar toda a região aos veículos, com alguma infra-estrutura na entrada para estacionamento dos visitantes. Precisa ter plano de manejo, conselho gestor e tudo para preservar a atração principal, que diferencia o Jalapão – as dunas de areia em pleno cerrado, ao lado de córrego, lago e rios. Há atualmente um controle por parte de pessoas que teriam posse na região e não foram ainda indenizadas pela criação do Parque do Jalapão. Já evita a entrada desorganizada, coloca guia e cobra uma pequena taxa. Não se pode mais acampar nas proximidades, como antigamente.

OFF-ROAD

Chapada das Mangabeiras

Divisa de Goiás com Bahia , Piauí e Maranhão. Fica a leste de São Félix do Tocantins, outro município na rota pelo Jalapão, em sua parte sul. São Félix está a cerca de 70 km por estrada de terra a partir de Materios. Daí sobe-se pela rota do norte, margeando o rio do Sono por mais de 100 quilômetros, até Novo Acordo. A Chapada das Mangabeiras é a continuidade da Serra Geral, mas já com platôs onde predominam campos de cerrado. Faz importante papel na transição dos ecossistemas de cerrado para o lado da caatinga. O Jalapão, no entanto, não é um corredor de transição – é uma formação de cerrado mesmo, que seria exuberante como os cerrados pré-amazônicos, se não fosse pela pobreza do solo de areia arenosa.

OUTROS

Fauna – Os animais mais observados são onças, veados, capivaras, raposas, macacos e mamíferos de pequeno porte. Além das espécies de fauna comuns dos cerrados, vários exemplares em extinção são encontrados na região do Jalapão, como é o caso do lobo-guará, da suçuarana, do veado campeiro e da anta. A fauna avícola regional conta com espécies como a arara, o papagaio, o tucano, a ema, a seriema e o quero-quero. Entre os répteis, figuram o sucuri, a jibóia, a cascavel, o camaleão, o teiú e muitos outros.

Artesanato Mumbuca – Grupo de 22 famílias de descendentes de escravos, de tradição matriarcal, os mumbucas vivem do fabrico de chapéus, cestos, pratos, copos e chinelos com capim-dourado, fibra que só existe lá, e com a palha da palmeira de buriti trançada. As peças estão à venda na estrada para S. Félix do Jalapão, 197 km.

Capim Dourado – Somente no Jalapão é possível adquirir artesanato feito do capim dourado. São objetos que impressionam principalmente pelo brilho, similar ao ouro. As peças produzidas da fibra estão sendo cada vez mais popularizadas, por isso, no exterior chegam a custar mais de R$ 500. A arte foi originada na região pela comunidade dos Mumbucas, descendentes de escravos da Bahia, que fabricam vários tipos de artesanatos feitos com a fibra. São cestos, cintos, mandalas, bolsas, pratos, aparadores e objetos de decoração em geral. São comercializados na estrada para Félix do Jalapão e em lojas nas cidades de Ponte Alta e Mateiros tendo os turistas como principal mercado consumidor.

PARQUE ESTADUAL

O Parque Estadual do Jalapão está localizado a leste do estado do Tocantins, abrangendo os municípios de Ponte Alta do Tocantins, Mateiros, São Felix do Jalapão, Novo Acordo, Santa Tereza do Tocantins e Lagoa do Tocantins. Passou a ser parque estadual em 2001 e possui uma área total de 34 mil km². Um verdadeiro oásis no coração do Brasil.

Seu nome é originário de uma planta encontrada por toda parte na região, a erva jalapa-do-brasil. Com uma das menores densidades demográficas do país, de 0,8 hab/km², é possível passar dias no Jalapão sem ver uma única pessoa. É um passeio indicado para quem gosta de natureza intocada, de belas paisagens e de grandes aventuras.

Rios, lagoas, dunas com areias douradas de até 40m de altura, serras, chapadões de até 800 m de altura e cachoeiras são alguns dos atrativos encontrados na região. Ao longo das matas e no cerrado, os turistas contam com a presença de capivaras, lobos-guarás, macacos, onças, jacarés, gambás, veados, além de tucanos, araras e papagaios.

O parque não possui estrutura de apoio ao turista. As principais cidades de apoio são Ponte Alta do Tocantins e Mateiros. O melhor período para visitação é durante a estiagem, de maio a setembro.

Informações adicionais:

Prefeitura de Ponte Alta do Tocantins – (63) 3378-1134

RAFTING

Rafting no Rio Novo – Em região pouco explorada, em rio de água cristalina.

Este passeio pode durar até quatro dias, começando da Ponte do Rio Novo e finalizando sua rota perto da Cachoeira Velha. No trajeto, pode-se contar com a bela vista para as matas à beira rio, os chapadões e o cerrado.

Informações: 3871-2282

TREKKING

Morro Sacatrapo

Este morro é avistado de longe e é um indicativo de que as dunas do Jalapão estao próximas. Localiza-se na TO 255 que liga Ponte Alta a Mateiros e se diferencia pelo desgaste do seu cume, expondo a rocha. Há que se ter cuidado com tentativas de escalada, é arenoso, exige guia e equipamento – mesmo assim pode-se provocar erosão na chuva seguinte.

Serra da Contenda

É um conjunto de serras no nordeste de Goiás e sul do Tocantins. Subindo pela GO-118 de Alto Paraiso, Teresina de Goiás rumo a Monte Alegre (GO) e Arraias (TO), as serras à esquerda formam juntas a Serra da Contenda. O nome é referência a batalhas e disputas por território na colonização. Situa-se no roteiro de ecoturismo de vai da chapada dos Veadeiros, em Goiás, para o Jalapão, no Tocantins.

Fervedouro

Poço cristalino com nascente subterrânea e fundo de areia branca e fina. O afloramento da água, causado pela grande pressão, impede que as pessoas afundem. Acesso pela estrada para Félix do Jalapão, 187 km.

Fervedouro de São Félix

Nascente povoada por peixes. Acesso pela estrada para Rio do Sono, São Félix do Tocantins, 242 km.

Morro da Pedra Furada

Monumento natural, constituído de arenito, situado a aproximadamente 30km de Ponte Alta. Trata-se da ação da erosão natural, pelo vento e também pela chuva, que correu as partes mais moles da rocha original e deixou um arco, com o buraco vazio no meio. É símbolo do portal para o Jalapão, título reivindicado pela cidade de Ponte Alta. Acesso pela estrada para Pindorama do Tocantins, 31 km.

Morro da Catedral

O Morro da Catedral é composto por formações rochosas de arenito de rara beleza. Além de ser ainda um atrativo muito pouco explorado, o que garante belezas intactas, visitá-lo significa também ter a oportunidade de tomar os banhos refrescantes nas águas claras da Cachoeira da Formiga.

Praia do Tamboril

A Praia do Tamboril é formada pelas areias brancas do rio Ponte Alta, que sobe no verão e deixa seu rastro na temporada da seca. Seu nome se deve a um frondoso tamboril que está na sua margem direita. O local é dos mais populares de Ponte Alta, exigindo muito cuidado para estancar a erosão que já chega à rua mais próxima. Até início de 2005 não havia o necessário plano de manejo.

Trilha para o mirante da Serra do Espírito Santo

Trinta minutos de subida íngreme mais 45 minutos de caminhada. Acesso pela estrada para Mateiros, 139 km.

Serra Geral

Divide Goiás e Bahia, ficando a oeste do Jalapão. É o divisor de águas entre as importantes bacias do Tocantins, do lado de Goiás e do estado do Tocantins, e do São Francisco, do lado da Bahia. No alto, as veredas dão origem a muitos cursos dágua que despencam em cachoeiras e logo formam rios importantes, como o Novo, no Jalapão, ou o corrente, nas Nascentes do Rio Vermelho, também no nordeste de Goiás. A serra em si tem partes bem protegidas, já que são impróprias à atividade agropastoril e livraram-se do desmatamento. Mas padecem com o fogo de cada ano, ateado para limpar áreas de fazendas, pastagens e até capim para artesanato, como capim dourado de Mateiros, Jalapão.

Quando ir para Jalapão – TO

O Jalapão é uma região árida pontilhada de oásis, situada a leste do estado do Tocantins, com temperatura média de 30ºC, tem área total de 34 mil Km², cortada por imensa teia de rios, riachos e ribeirões, todos de água límpida e transparente.

No ano, há duas estações bem definidas: a chuvosa, entre os meses de Outubro e Abril, e a seca, de Maio a Setembro.

http://www.trilhaseaventuras.com.br/

BY TURISMOMT

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