Edição 2016 do Cata Guavira destaca gastronima e turismo de MS

Evento ocorre em Bonito de 25 a 27 de novembro

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A edição 2016 do tradicional Cata Guavira, que valoriza a guavira na culinária sul-mato-grossense, acontece nos dias 25,26 e 27 de novembro, em Bonito, a 300 quilômetros de Campo Grande. O festival tem como objetivo divulgar, promover, valorizar e expandir a gastronomia regional, a comunidade produtora, bem como o aprimoramento de técnicas de cozinha, utilizando produtos regionais.

O evento objetiva propiciar a troca de experiências e fomentar a relação entre produtor e consumidor, fortalecendo todo o setor da gastronomia que envolve o trade turístico: a rede hoteleira, os passeios, os restaurantes e fornecedores de alimentos, conveniências, supermercados e produtores rurais.

A cidade de Bonito é reconhecida mundo afora por suas belezas naturais e pela forma sustentável do modelo de ecoturismo desenvolvido da região. Nos últimos anos, a gastronomia também tem ganhado espaço nesse universo turístico regional, aumentando a exigência da qualidade e o investimento em capacitação profissional e melhorias neste processo.

A FRUTA

A guavira também deve ser vista como elemento transformador da realidade social da população local, de modo que venha a ser utilizada cada vez mais pela gastronomia, pois além de sua polpa incrivelmente doce, sua casca e semente podem ser usadas como especiarias em doces ou salgados, o que deve ser explorado no Brasil mundo afora.

O evento pretende apresentar o conceito de gastronomia para os estudantes das escolas públicas e particulares de todo o estado, explicando a importância da profissão do cozinheiro e do chef de cozinha para a sociedade. O setor de turismo e gastronomia hoje movimentam a economia do Mato Grosso do Sul principalmente na região do Pantanal, Corumbá, Serra da Bodoquena e na cidade de Bonito.

Dessa forma, precisam ter cada vez mais qualificação na mão de obra empregada. Entendemos que através da vinda desses profissionais com o_cinas, palestras e compartilhando suas experiências, será uma oportunidade única para o despertar dessa carreira. Turistas interessados em conhecer o paraíso ecológico poderão também ter uma grande experiência gastronômica com a fruta que é símbolo da cultura local.

Em 2016 o evento apresentará palestras de gastronomia, O_cina Educação do Gosto e também outras o_cinas para crianças promovidas pelo Slow Food de Bonito e de Campo Grande.  Acontecerá uma feira popular onde os chefes apresentarão comidinhas a valores populares na Praça da Liberdade, durante as atividades do Festival da Guavira.

O Cata Guavira 2016 reúne grandes chefs, cozinheiros, produtores, empreendedores e visitantes para experimentar menus especiais e conhecer a relevância cultural e econômica da gastronomia brasileira, sul-matogrossense e latinoamericana. Serão três dias de programação que mesclarão o_cinas, palestras e degustações.

Os chefs convidados desta edição são: a paulista Mara Salles, o colombiano Dagoberto Torres, a paulista Vivi, o corumbaense Edu Rejala, o padrinho do Cata Guavira,  Paulo Machado, entre outros.

O evento torna-se uma oportunidade de reunir profissionais do setor, ótimo momento para apresentação de produtos e serviços. É também excelente oportunidade para fomentar a relação entre clientes e empresas, promovendo negócios entre produtor e consumidor, fortalecendo todo o setor.

Fonte: midiamax/Danielle Valentim

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Governo investe mais de R$ 12 milhões em obras de infraestrutura e turismo

Foto: Divulgação

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A região de Barra do Garças recebe importantes investimentos do Governo do Estado para fortalecer o potencial turístico, firmar o município como segmento econômico de destaque e dar melhores condições à população, totalizando R$ 12.334 milhões em obras em andamento e outras já entregues.

Um exemplo são os projetos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo de Mato Grosso (Prodestur), coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Um deles é o Centro de Eventos de Barra do Garças, que está com obras em pleno andamento e a previsão é que seja entregue ainda no primeiro trimestre de 2017. O projeto está orçado em R$ 7,4 milhões.

Quando concluído, o espaço promete ser um incremento ao turismo de eventos e de negócios na região, atividade considerada como um dos segmentos que mais contribui na captação de turistas para o local. Será também um espaço de lazer e entretenimento para a população, com a realização de eventos culturais, esportivos, entre outros. O projeto desenvolvido para o Centro de Eventos contempla cinco opções de uso: auditório, salão principal e três salões. O auditório terá capacidade para acomodar até 555 pessoas sentadas.

“Este projeto era uma demanda antiga da população de Barra. A Região já tem naturalmente a vocação para o turismo e nada mais justo do que abrigar um espaço como um Centro de Eventos que permitirá fortalecer as ações para a atração de turistas e gerar mais desenvolvimento”, explica o secretário adjunto de Turismo da Sedec, Luis Carlos Nigro.

Pontal do Araguaia

Outra boa notícia para a população do entorno de Barra do Garças é a revitalização da Avenida Universitária, em Pontal do Araguaia. As obras estão em estágio final. As construções que beneficiam a Avenida Universitária de Pontal do Araguaia, deverão ser concluídas até o final deste ano. O projeto com recurso do BNDES, está custeado em R$ 2,3 milhões e integra o pacote de ações do Prodestur.

A obra de revitalização da pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais é importante em função de vários fatores, tais como: orientação correta dos motoristas e pedestres; redução de acidentes de trânsito, já que a pavimentação melhora a trafegabilidade e aumenta a segurança das vias. Também serão feitos serviços de iluminação e sinalização vertical e horizontal da Avenida.

“A melhora da qualidade de vida no município através do desenvolvimento da estrutura urbana facilitará o acesso de turistas para a cidade, que juntamente com Barra do Garças, forma um importante polo turístico de Mato Grosso. Toda a região é bastante procurada para o turismo de aventura, o ecoturismo e o etnoturismo”, ressalta Nigro.

A Prefeitura de Pontal também passou por reforma, com recursos da pela Secretaria de Estado das Cidades (Secid), no valor de R$ 432 mil.

Foto: Divulgação

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Aviação regional

Uma ação de destaque bastante aguardada pelos moradores da região é a reforma do aeroporto local, que passará a receber voos regionais da empresa aérea Azul. A reforma é resultado da parceria entre o Governo de Mato Grosso, por meio das Secretarias de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e a Prefeitura Municipal. Foi investido aproximadamente R$ 1,5 milhão em recursos do Governo do Estado na construção da cerca operacional e na aquisição do maquinário de raio-x do aeroporto. A reforma do novo terminal do aeroporto ficou a cargo da prefeitura.

O voo Cuiabá-Barra do Garças faz parte das ações do Programa Voe MT, idealizado pela Sedec com intuito de fomentar a aviação regional, contribuindo para transformar o turismo em um dos principais pilares do desenvolvimento econômico do estado.

O Voe MT foi criado para fomentar e democratizar o transporte aéreo e diversificar as cidades a serem atendidas com voos regulares. Pelo programa as companhias aéreas podem obter redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para compra de querosene de aviação.

A redução é progressiva, de 20% a 84%. Atualmente, as companhias aéreas pagam uma alíquota de 25% na compra do combustível. O querosene de aviação representa mais de 40% nos custos de operação de uma empresa aérea.

Águas Quentes

Outra ação que fortaleceu o turismo na região de Barra do Garças foi a revitalização do Parque das Águas Quentes ‘Antônio Carlos do Nascimento’. O parque fica dentro do perímetro urbano do município e chega a receber 30 mil pessoas por mês, entre turistas e moradores, segundo informações da Secretaria Municipal de Turismo.

Situado em meio uma imensa área verde, o parque abriga um ambiente único, com águas termais distribuídas em piscinas, cascatas, ofurô, toboágua e o famoso Córrego da Preguiça. Os turistas que visitam o local ainda podem curtir o inusitado bar molhado (construído em meio a uma das piscinas) e um restaurante panorâmico.

As águas termais, com temperaturas que variam de 31 a 43 graus, são utilizadas ainda para fins terapêuticos, como tratamentos de fisioterapia. “O parque, inclusive, oferece um programa voltado aos idosos, que é um sucesso”, explica a secretária de Turismo de Barra do Garças, Mônica Porto.

O projeto de revitalização do local, custeado pela Secid no valor de R$ 702 mil, contemplou o reparo de cinco piscinas termais e a manutenção do chamado Córrego da Preguiça, que corta todo o parque e é uma das maiores atrações do lugar. Além disso, o chamado escorregador de boias (toboágua) também passou por reforma e tem à disposição dos visitantes boias coloridas, um atrativo a mais para quem frequenta o complexo.

Segundo Mônica Porto, as piscinas do parque nunca tinham sido reformadas desde a construção, em 1998 e, devido ao desgaste do tempo, apresentavam infiltrações. “As piscinas foram totalmente reformadas. Houve um trabalho hidráulico para barrar os vazamentos e elas também receberam pintura”, relatou.

Prodestur

O programa faz parte da estratégia do Estado em fomentar o turismo local, por meio de investimentos em obras na área de infraestrutura. Para que os valores voltassem a ser liberados, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) atuou na readequação das exigências de viabilidade econômico-financeira do BNDES. Atualmente, o Prodestur tem como foco a realização de investimentos de infraestrutura e promoção turística nas regiões que formam o chamado “Corredor Turístico”, sendo elas: Pantanal, Chapada dos Guimarães, Nobres e Baixada Cuiabana, além da região do Araguaia.

Levantamento realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) mapeou 38 atrativos turísticos no polo Araguaia. Os atrativos, aliados a obras de infraestrutura e acesso, podem ajudar na transformação e fortalecimento econômico da região.

Fonte: Agoramt

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Conheça o Centro-Oeste e apaixone-se pelo coração do Brasil

A região é o destaque da terceira matéria da série da Agência de Notícias do Turismo que retrata os encantos das cinco regiões brasileiras.

A região que faz fronteira com todas as demais regiões brasileiras é também o berço das águas que alimentam as bacias do Amazonas, Paraná e São Francisco. Suas nascentes, saltos, cachoeiras, cânions e corredeiras formam muitos dos atrativos turísticos do Centro-Oeste, entre eles, o rio Araguaia, a badalada praia dos goianos. Além do turismo de natureza e aventura, a região também possui um forte turismo cívico, uma vez que é lá que está localizada a capital federal.

Outro destaque do Centro-Oeste é a forte presença indígena com reflexos diretos no turismo. Várias reservas e parques nacionais abrigam inúmeras aldeias, entre eles, o Parque Indígena do Xingu, que reúne cerca de 20 tribos diferentes, o Parque Indígena do Araguaia, na ilha do Bananal, a Reserva Indígena Xavante e a Reserva Indígena Parecis. Confira alguns dos motivos para se encantar com a região central do país.

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GOIÁS

Rodeadas pelas serras dos Pireneus e Dourada, respectivamente Pirenópolis e a Cidade de Goiás, reúnem religiosidade, história e natureza exuberante. Antiga capital, a Cidade de Goiás, pela sua imponência arquitetônica e importância histórica e econômica para ocupação do Brasil Central é Patrimônio Cultural da Humanidade. Um dos locais mais visitados é a casa da poetisa Cora Coralina. Em Pirenópolis, o clima bucólico e as ruas de paralelepípedos conduzem o turista a uma viagem no tempo. Já a área central da capital Goiânia possui o maior acervo art decó do Brasil.  Para os amantes da natureza, o estado abriga, ainda, duas reservas de Cerrado consideradas Patrimônio Natural da Humanidade. As chapadas das Emas e dos Veadeiros são parques nacionais e destinos de ecoturismo, aventura e misticismo.

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MATO GROSSO

Da mesma época da corrida do ouro, Cuiabá, tornou-se não apenas a capital do Mato Grosso, com seu centro histórico, mas, também, a porta de entrada de um grande atrativo nacional: a Chapada dos Guimarães. O Parque Nacional é formado por paredões, grutas, mirantes e 487 cachoeiras, sendo a Véu de Noiva o seu cartão postal. Já o Pantanal é dividido com Mato Grosso do Sul. A maior região alagada do mundo, incluindo parte da Bolívia e do Paraguai, além de Patrimônio Natural da Humanidade, o local foi definido pela UNESCO como Reserva da Biosfera Mundial. O esplendor da natureza e a diversidade da vida no Pantanal atraem turistas do mundo inteiro.

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MATO GROSSO DO SUL

Além de dividir com o Mato Grosso o Pantanal, o estado também conta com importantes atrativos naturais, caso da Serra da Bodoquena e Bonito que figuram entre os principais destinos brasileiros de ecoturismo com opções de mergulho, flutuação em águas cristalinas e cavernas entre outras aventuras. A queridinha da região é a Gruta do Lago Azul, tombada pelo Iphan e localizada em uma área de preservação ambiental. O local ganhou o formato atual graças a um desmoronamento ocorrido há 600 milhões de anos.

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BRASÍLIA

A capital do Brasil é um exemplo de arquitetura para tudo o mundo. Planejada com um traçado moderno, a cidade é palco das grandes decisões nacionais e importante destino de turismo cívico. O Plano Piloto e seus prédios públicos projetados, respectivamente, por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, formam o primeiro sítio histórico moderno reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade. É uma cidade de beleza e arquitetura única. Vista do alto, lembra um avião. As asas Sul e Norte abrigam as quadras residenciais. O lago Paranoá, rodeado por clubes, é a praia dos brasilienses. O Parque da Cidade e o Parque Nacional de Brasília (Água Mineral), um pedaço intacto do Cerrado no Distrito Federal, estão entre as opções de lazer.

Por Geraldo Gurgel

http://www.turismo.gov.br/

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Brasil, um país feito de emoções!

Com território continental repleto de belezas naturais, o Brasil é hoje um dos grandes polos internacionais de atividades turísticas de aventura por terra, água e ar

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De norte a sul do Brasil, montanhas, florestas, rios e savanas formam cenários perfeitos para aventureiros de todos os perfis. Não por acaso, o país é líder internacional em certificação para turismo de aventura, no âmbito das normas da Organização Internacional para Normalização (ISO), o que significa mais segurança para quem busca atividades que conjuguem turismo, emoção e experiências de superação.

Pessoas com deficiência podem praticar diversas atividades de aventura adaptadas em Socorro (SP), cidade que é destino referência no Brasil em Turismo de Aventura Acessível. Além do título nacional, o município também tem no currículo algumas conquistas internacionais – entre elas, o Prêmio Rainha Sofia de Acessibilidade, outorgado pelo Conselho Real para Deficiência do governo espanhol; e Melhor Projeto para Pessoas com Deficiência e Prática de Turismo Responsável, reconhecimento do World Travel Market (WTM) a hotéis-fazenda locais.

REGIÃO SUL

Entre as principais atrações está a prática de rafting no cânion do Rio Lapó, localizado no Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi (PR). Com descidas por quedas e corredeiras, o bote acompanha os paredões do cânion em uma aventura que pode durar mais de quatro horas na água. Outras opções de rafting na região podem ser encontradas em Três Coroas, na Serra Gaúcha, e no rio Itajaí-Açu, em Santa Catarina, considerados entre os melhores locais do país para esse tipo de atividade.

REGIÃO SUDESTE

As atividades para aventureiros têm parada obrigatória nas águas cristalinas de rica vida marinha e em mais de 30 naufrágios em Arraial do Cabo (RJ). Entre os principais pontos de mergulho da cidade estão a Gruta Azul e a Ilha dos Franceses. Nesses locais, mergulhadores podem contemplar as grandes rochas no fundo do mar, naufrágios e um salão de 30 metros de extensão e 15 de altura, que impressiona pelos efeitos de luzes que se formam. Perto da Gruta Azul, está o Buraco da Camarinha, com uma fenda de até 30 metros que dá passagem para mar aberto.

Outro destino popular na região é o município de Brotas, no interior de São Paulo, onde a infraestrutura propicia atividades de diversas modalidades. O rafting, oferecido também em noites de lua cheia, pode ser praticado no rio Jacaré-Pepira; o canyoning e o rapel ganham cenários perfeitos em cachoeiras como a Cassorova, Andorinha e Figueiras. O município oferece ainda tirolesa, boia-cross e arvorismo.

REGIÃO CENTRO-OESTE

Ótima opção para os adeptos do turismo de aventura é o roteiro Eco Parque Tour, que percorre os municípios de Alcinópolis, Costa Rica e Coxim, no Mato Grosso do Sul. O passeio permite ao visitante conhecer seis unidades de conservação que percorrem dois biomas: o Cerrado e o Pantanal. O circuito de atrativos inclui trilhas a pé ou de bicicleta no Parque Nacional das Emas – maior área preservada do cerrado brasileiro, com tamanho equivalente a 131 mil campos de futebol. No parque também há geografia e águas ideais para a prática da canoagem.

Em Costa Rica (MS), o Parque Natural Municipal Salto do Sucuriú oferece opções de aventura como rapel, rafting e circuitos de tirolesa. Uma delas tem queda de 70 metros que termina em um banho de piscina (Tirolesa da Libélula), mas as maiores têm 230 metros (Tirolesa do Tucano) e 400 metros (Tirolesa da Andorinha) de pura emoção com vista ímpar do Salto Majestoso do Rio Sucuriú. O roteiro inclui, ainda, trilhas por Alcinópolis, cidade que concentra mais de 30 sítios arqueológicos de arte rupestre.

A Chapada dos Veadeiros é referência em turismo de aventura para brasileiros e estrangeiros, devido à presença de grandes cachoeiras e cânions profundos com águas de diferentes tonalidades. Alto Paraíso (GO) é o portão de entrada da Chapada e a principal infraestrutura urbana da microrregião. Ali pertinho, também está o povoado de São Jorge, vila com cerca de 700 moradores que fica bem próxima ao Vale da Lua e ao Parque Nacional da Chapada. A 90 km de Alto Paraíso está Cavalcante (GO), a terra dos Kalunga, descendentes de negros escravizados que fugiram das minas e fazendas da região e passaram a viver em comunidades isoladas, sem contato com o mundo exterior até recentemente.

REGIÃO NORDESTE

O turismo de aventura na região tem vez em Fortaleza (CE), que oferece mergulhos organizados no Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio. Agências locais oferecem saídas para mergulhadores credenciados e iniciantes em um passeio que permite apreciar a biodiversidade marinha do ecossistema do parque. As águas apresentam visibilidade caribenha de até 30 metros, de acordo com a Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Governo do Ceará.

REGIÃO NORTE

Os visitantes encontram terreno favorável à prática das atividades de aventura no município de Presidente Figueiredo (AM), localizado a pouco mais de 100 km de Manaus. Na cidade, também chamada de “Terra das Cachoeiras”, o rio Urubuí oferece trechos propícios à prática do rafting. O acesso, para quem vem de Manaus, é pela BR-174.

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Fonte: http://www.turismobrasil.gov.br/

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Pesquisa aponta MT como o estado mais procurado para pesca esportiva

Maior demanda é de estados como São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Estudo é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

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Turismo de pesca esportiva gera 2,5 mil empregos em Cáceres (Foto: Maria Anffe / GCom-MT)

Ao longo dos últimos cinco anos o estado de Mato Grosso tem sido o mais procurado no segmento turístico da pesca esportiva no país, atraindo principalmente visitantes de estados como São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Este é um dos segmentos turísticos que mais crescem no país atualmente e, segundo o Banco Mundial, movimenta cerca de US$ 190 bilhões anualmente em todo o mundo.

Conforme divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em Cuiabá, durante a Feira Internacional de Turismo do Pantanal (FIT Pantanal), dados do Registro Geral de Pesca revelam que Mato Grosso tem sido o mais procurado por pessoas de outros estados para a prática da pesca esportiva nos últimos cinco anos.

De acordo com o Mapa, 45 dos 141 municípios mato-grossenses proporcionam condições para a prática do turismo de pesca esportiva, com destaque para Cáceres (a 250 km da capital), que deverá realizar em junho deste ano a 35ª edição de seu Festival Internacional de Pesca.

O município possui, sozinho, 3,6 mil embarcações registradas na Marinha do Brasil, bem como 16 barcos-hotéis e seis pousadas voltadas especificamente para a pesca esportiva. Cáceres também é o município que mais gera empregos com a pesca esportiva em Mato Grosso, com 2,5 mil empregos diretos e indiretos.

Este panorama do turismo de pesca esportiva em Mato Grosso serviu de base para debates na última sexta-feira durante a FIT Pantanal sobre formas de desenvolver este mercado localmente. Entre os desafios destacados no debate estão maiores especialização e profissionalização deste mercado, bem como a criação de produtos que atraiam não só o público masculino – que compõe 93% da demanda de pesca esportiva.

Fonte: G1 MT

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Número de cidades com potencial turístico em MT diminuiu, diz pesquisa

Quantidade caiu de 89 para 77, segundo o Mapa do Turismo 2016.
Pelo levantamento, Mato Grosso é dividido em 14 regiões turísticas.

Tuiuiú (sobre o tronco), ave-símbolo do Pantanal mato-grossense, e colheireiros (Foto: Carolina Holland/G1)

Tuiuiú (sobre o tronco), ave-símbolo do Pantanal mato-grossense, e colheireiros (Foto: Carolina Holland/G1)

Desde 2013, o número de municípios de Mato Grosso com potencial turístico diminuiu de 89 para 77 em 14 regiões turísticas, conforme o Mapa do Turismo 2016 divulgado nesta terça-feira (12) pelo Ministério do Turismo. Os municípios são divididos em cinco categorias, de A a E, sendo que A, B e C contam com 95% dos empregos formais em hóteis e afins, 87% dos locais formais de meios de hospedagem, 93% do fluxo doméstico e fluxo internacional.

Para Diego Augusto Orsini Beserra, coordenador de pesquisa e planejamento do Turismo em Mato Grosso, o fato de haver menos municípios do estado na lista não significa, necessariamente, algo ruim.

“Ou o município não atendeu aos critérios ou não teve a intenção de participar. Não vejo como algo ruim, até porque o mapa não é estático e vai ser atualizado. E as principais cidades em relação ao turismo no estado estão na lista”, disse.

Os critérios para que os municípios pudessem entrar na lista são ter órgão responsável pelo turismo, dotação orçamentária para o turismo e assinar um termo se comprometendo a participar do programa de regionalização do turismo do estado, disse Beserra.

“Dentro de uma região, é identificada qual cidade tem a oferta principal, a complementar e as de apoio às atividades turísticas, ou seja, não necessariamente o município tem que ter grande potencial, mas sim oferecer algo que possa fomentar o turismo naquela região, como produção de baru e artesanato, por exemplo”, explicou o coordenador.

Em Mato Grosso, segundo o mapa, somente Cuiabá está na categoria A, sendo que Várzea Grande, Cáceres, Rondonópolis, Barra do Garças e Sinop estão na categoria B. Na categoria C estão 19 municípios, entre eles Chapada dos Guimarães, Alta Floresta, Poconé, Aripuanã, Nova Xavantina e Primavera do Leste.

Os municípios nas categorias D e E têm características de apoio às cidades geradoras de fluxo turístico, sendo quem muitas vezes são aquelas que fornecem mão de obra ou insumos necessários para atendimento aos turistas. Os que saíram da lista anterior, que tinha sido divulgada em 2013, era dessas categorias (sendo 6 da D e 7 da E).

No Brasil, o número de cidades com potencial turístico diminuiu de 3.345 municípios em 303 regiões turísticas em todo o país, para 2.175 municípios em 291 regiões turísticas.

Entre os municípios que saíram estão Campinápolis, Cocalinho, Alto Taquari, General Carneiro, Pontal do Araguaia, Brasnorte e Castanheira.

As 14 regiões turísticas de Mato Grosso, segundo o Mapa do Turismo, são:

Região Turística Pantanal Mato-Grossense (Barão de Melgaço, Cáceres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé e Santo Antônio do Leverger);

Região Turística das Nascentes (Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Tangará da Serra);

Região Turística Cristalino (Alta Floresta, Carlinda, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde e Paranaíta);

Região Turística Domo de Araguainha (Alto Araguaia, Alto Garças, Guiratinga, Ponte Branca e Torixoréu);

Região Turística Metropolitana (Cuiabá, Várzea Grande);

Região Turística Nascentes do Rio Cuiabá (Acorizal, Chapada dos Guimarães, Diamantino, Jangada, Nobres, Nortelândia, Rosário Oeste, São José do Rio Claro);

Região Turística Portal da Amazônia (Colíder, Guarantã do Norte, Itaúba, Marcelândia, Matupá, Nova Canaã do Norte, Peixoto de Azevedo);

Região Turística Portal do Agronegócio (Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Sinop e Sorriso);

Região Turística Portal do Araguaia (Barra do Garças, Canarana, Luciara, Nova Xavantina, Novo São Joaquim, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia);

Região Turística Rota dos Ipês e das Águas (Itiquira, Poxoréo, Primavera do Leste e Rondonópolis);

Região Turística Vale do Cabaçal (Araputanga, Curvelândia, Lambari D’Oeste, Mirassol d’Oeste, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do Céu e São José dos Quatro Marcos);

Região Turística Vale do Guaporé (Comodoro, Conquista D’Oeste, Jauru, Nova Lacerda, Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade);

Região Turística Vale do Juruena (Aripuanã, Cotriguaçu, Juara, Juína, Juruena, Porto dos Gaúchos e Tabaporã);

Região Turística Vale do São Lourenço (Campo Verde, Dom Aquino, Jaciara e Juscimeira).

Fonte: G1

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12 paraísos pouco explorados e baratos para visitar

Existem muitos lugares inexplorados e com ótimas opções de hospedagem pelo mundo. Conheça nesta lista algumas delas:

 

1- Praia de Agonda

Situada no litoral sul de Goa, um estado da costa oeste da Índia, a praia de Agonda ainda é quase deserta e você pode alugar uma barraca de praia por US$ 4 por dia. Mas não há muito o que fazer em Agonda, exceto curtir a praia.

Reprodução/indiamarks

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2 -Avarua

A capital das Ilhas Cook, na Nova Zelândia, tem praias tropicais maravilhosas comparadas as do Havaí e Taiti, mas o valor médio de aluguel é de US$ 130 por mês, o que é muito mais barato que nos outros lugares citados. O turismo, neste lugar, ainda é pouco divulgado. O visitante vai poder observar baleias, fazer caminhadas e mergulho. Os estrangeiros não podem comprar imóveis na ilha, mas podem alugar, sem problemas.

Reprodução/visitcapitalcity

Reprodução/visitcapitalcity

3-Český Krumlov

Localizada no sul da República Checa, é considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, onde há um castelo, ruas de paralelepípedos e um clima medieval que culmina com uma celebração do solstício de verão que vagamente se assemelha a uma feira renascentista, chamada de Festival da Rosa de Cinco Pétalas, com show de fogos de artifícios. Nesse festival você vai comprar um prato de comida para três pessoas por US$ 20 e alugar um quarto por US$ 13 o dia.

Reprodução/czechtourism

Reprodução/czechtourism

4-Praia de Cocoa

A praia de Cocoa está localizada no sudeste do Vietnã, onde o visitante pode passear pelos 11 mil hectares de floresta tropical ou mergulhar com snorkel para avistar os recifes, além de desfrutar de praias desertas durante a semana por um aluguel de US$ 6 por dia. Vale a pena visitar o Binh Chau Hot Springs, onde há vários lagos e um aquífero rico em minerais.

Reprodução/triprules

Reprodução/triprules

5-Guanajuato

Esta cidade fica bem no meio do México e é conhecida como o “Brooklyn” do México, devido às atividades intelectuais. Nesta cidade dá para alugar um apartamento por US$ 6 por dia, ou comprar uma cerveja por US$ 1. Um dos atrativos da cidade (ou não) é a presença de muitas múmias, originárias de um surto de cólera nos meados do século 18. Vale a pena visitar a cidade durante o Festival Internacional de Cervantes, em homenagem ao autor de Dom Quixote.

Reprodução/bbqboy

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6-Hainan

Hainan é a menor província da República Popular da China e é conhecida como o Havaí do Oriente, na tentativa de incrementar o turismo, que também inclui uma política zona franca na ilha, apesar de um estrangeiro só poder gastar US$ 770 de cada vez. O aluguel de um quarto na ilha gira em torno de US$ 10 por dia. Para os amantes do golfe, a ilha possui três campos completamente equipados e modernos.

Reprodução/fravelmag

Reprodução/fravelmag

7-Iquitos

A capital da Amazônia Peruana é uma opção muito mais barata do que visitar a Amazônia brasileira. Lá, uma refeição para três pessoas custa em média US$ 13 e você pode encontrar hospedagem por US$ 6,50 por dia, em casas de madeira com telhado de palha. Além de ótimo lugar para descansar, o contato com a natureza e com animais selvagens, como ariranhas, peixes-boi e macacos são atrativos do local.

Reprodução/bestplacestotravel

Reprodução/bestplacestotravel

8-Koh Tonsay

Situada no sul do Camboja, esta pequena ilha ainda preserva mata nativa e você pode ficar hospedado em um bangalô na beira da praia sem ser perturbado, já que a ilha quase não tem turistas, apenas habitantes locais. Aproveite sua estada na ilha para desfrutar de muitos pratos à base de frutos do mar.

Reprodução/angkorfocus

Reprodução/angkorfocus

9-Ksamil

Situada no extremo sul da Albânia, sobre o Mar Adriático, Ksamil é uma pequena cidade que faz parte do Parque Nacional Butrint, mas ao contrário da Itália ou da Grécia, ainda é pouco explorada e você vai conseguir se hospedar por apenas US$ 4 por dia. Além de poucos turistas, a cidade tem também poucos habitantes, cerca de 2 mil. O melhor a se fazer no local é desfrutar das 30 espécies de peixes encontradas na região por cerca de US$ 6 a refeição, tudo isso acompanhado de vinhos locais, que custam também US$ 6 a garrafa.

Reprodução/departamentotermasdechillan

Reprodução/departamentotermasdechillan

10-Las Trancas

O Vale de Las Trancas é um lugar barato e ainda próximo a muitas das melhores pistas de esqui do Chile, onde é possível alugar um apartamento por apenas US$ 10 por dia. Além das pistas de esqui, o turista pode praticar o “snowboard” e caminhadas. Quase todos os quartos dos hotéis estão equipados com banheiras de hidromassagem.

Reprodução/pearlisland

Reprodução/pearlisland

11-Ilhas Pérola

Localizadas no Panamá, as Ilhas Pérola situam-se no golfo do Panamá, no Oceano Pacífico. Muitas das ilhas que formam as Ilhas Pérola são desabitadas, então, você pode até conseguir viver lá sem pagar aluguel, mas pode também alugar uma hospedagem perto da praia por US$ 10 por dia. Até os anos 70, apenas piratas habitavam o local, mas, desde então, foram construídos vários resortes, mas ainda há muitas praias totalmente desertas.

Reprodução/pearlisland

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12-Veliko Tarnovo

Localizada na Bulgária, é uma das cidades mais antigas da Europa, com evidências de ocupação que datam de 3000 a.C. e que tem muita história para contar, por isso é conhecida como “cidade dos czares”. Seu litoral na costa do Mar Negro é tão belo quanto a famosa Riviera Francesa, mas bem mais barata. Na Bulgária pode-se comprar uma cerveja por apenas US$ 0,80 e você pode alugar um apartamento por US$ 6 por dia.

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